O voo para Kupang também não veio no bilhete a observação “com emoção”, em torno de 1hora já estava em Kupang, cheguei no aeroporto e encontrei os donos da minha casa (já conheço todo mundo, rsrs), fui para o hotel, alias era o hotel (Kristal resort), o melhor e mais caro hotel de todos os trechos, mas não fiquei nem um pouco preocupada, afinal era a minha ultima noite na Indonesia e precisava dormir bem para aguentar a volta de 12 horas dentro da van. No banheiro tinha até box, tomei banho com água quente, coisa que há muito tempo não fazia, delicia.
No outro dia estava marcado da van nos pegar no hotel as 6horas da manhã, foram chegar em torno das 7horas, saimos de Kupang umas 7horas e 30minutos, estrada, estrada, estrada ..., mas com uma diferença, já conhecia a paisagem.
Enquanto a paisagem passava do lado de fora do vidro também passavam dois vomitos que grudavam na janela que eu estava sentada, este foi um dos momentos mais tensos da viagem, mas por falta de comida no estomago não passei mal. Também havia uma criança chorando.
Aproximandamente 7horas depois chegamos a fronteira, o momento mais tenso de toda a viagem, primeiro queriam cobrar Rp10.000,00 dos timorenses para que pudessem sair da Indonesia, meu passaporte estava neste bolo, ate que viram e devolveram, nos livrando do pagamento.
Na segunda janela o lugar dos carimbos de saida, eu não sabia aonde estava o meu cartão de entrada, me cobraram USD5,00 para preencher outro, se meu ingles fosse melhor não teria pagado e também não teria dependido de tradução neste momento, tradução esta muito mal feita por sinal, pois não disse o que eu não tinha entendido, apenas confirmou o pagamento (estava relacionado a ir ao departamento tal., não tenho certeza), preenchi o outro papel paguei os 5contos e fui embora esbravejando com a criatura.
Atravessei a ponte andando novamente, os carros não podem passar, arrastando a minha mala nova de rodinhas comprada em Jakarta, até que finalmente comecei a pisar em territorio amigo, passei por um médico que apontou um lazer na minha testa e disse que era exame contra susuk (mosquito), sabe Deus que mosquito era esse que o exame era feito com raio na testa, mas fui aprovada e pude continuar a jornada.
Anda mais um pouquinho chega na casinha timorense, passaporte de serviço? É U.N.? Cade o cartão de identificação? 30 dolares. Fiquei muito brava!! O dialogo:
- Passaporte de Serviço?
- Sim (eu)
- É U.N.?
- Não, cooperação brasileira. (eu)
- Brasil não tem mais cooperação aqui, só Portugal. Kd o cartão de identificação?
- Ainda não esta pronto, mas tenho no passaporte a descrição da minha missão (quer que desenhe?), - mostrei a página da descrição -.
O senhor pensou, pensou, pensou e carimbou!! Ufaaa, mas ainda não digeri esta historia.
Pegamos o carro de volta e mais 4 horas de estrada, com a mesma paisagem, cheguei em Dili em torno das 20 horas, cansada, com fome, e com dor de barriga, mas no caminho não precisei ir em nenhum banheiro ou moiteru (moita com banheiro).
À todos aqueles que tiverem o interesse e a vontade de realizar esta aventura, não perca a oportunidade, mesmo com todos os imprevistos para sair de Timor Leste vou continuar pegando o voo Paradise tour & travel na plataforma Comoro.
sábado, 9 de janeiro de 2010
De Surabaya rumo a Bali
Depois de passar 5 dias em Surabaya finalmente fui para Bali e definitivamente já podia arrumar e mala e voltar para casa, estava cansada de abre mala, fecha mala, mas ano novo é ano novo e em Bali é outra historia.
Bali é considerada a ilha que os indonesios ignoram como ilha, todos os costumes, tradições são ignoradas naquele lugar, lá a língua oficial é o inglês, afinal Bali é o quintal dos Australianos, tudo é diversão, as pessoas são bonitas, as lojas estão sempre cheias e as coisas ainda são baratas.
Conforme anda pelas vielas, os nativos vão oferecendo massagem, aluguel de motos, drogas em geral, tudo isso com um falar peculiar “yes, massaci; yes, transpot”. Etc. Mas tudo funciona na barganha.
Comprei o que faltava em Bali, mas poderia comprar muito mais coisas, quero voltar para lá só para fazer mais compras, me perdi para voltar ao hotel, rodei horas, o taxi me fez descer do carro com a seguinte afirmação: If you don`t know, I don`t know, please. Quase chorei!!! Mas entrei em uma loja e pedi ajuda, o dono muito simpatico ligou para meu hotel e pediu o endereço, desenhou um mapa e lá fui eu com o mapa na mão, mas não foi preciso, quando dava o segundo passo encontrei o pessoal que trabalha comigo que estavam no mesmo hotel e voltei com eles.
Depois deste fato tirei uma foto da entrada da viela que tinha que pegar para chegar no hotel, não me perdi mais. rsrsrs
Com o alerta do suposto atentado terrorista as autoridades policiais estavam em todos os lugares.
Sai do hotel em torno das 21horas, fui com o pessoal para m restaurante italiano, o dono um italiano nada grosso, naquele momento podemos falar todas as linguas, portugues, bahasa, ingles, espanhol e ate um pouco de italiano.
Depois deste momento caminhamos até a praia, era muita gente em um mesmo lugar, as pessoas com buzinas, lazer, apitos, chapeus de festa infantil, todo mundo muito feliz. Os fogos começaram em torno das 23horas e 15minutos, e não parou até à 1hora da madruga, mas eu não fiquei todo esse tempo por la não, depois que consegui ligar para todos no Brasil (menos a cabecinha da Carol), fui para o hotel tirar o restante de areia do pé e vamos para a festa, nossa, quanta balada, em uma das avenidas principais há um corredor de baladas.
Entramos em três e ficamos na terceira, pisei no pé de muito gringo abusado, dei muita cotuvelada, as pessoas pensam que ninguem é dono de ninguem, que inferno!!! Tomei muita bintang.
Depois que esta balada fechou fomos para outras 2, mas no fim nenhuma estava bacana e voltei para o hotel, pois já era cedo. No outro dia precisei concordar com o Vladimir que sempre dizia que bintang quente (todas as cervejas são quentes) da dor de cabeça.
Passei o dia mal, parecia que tinha um tornado no meu cerebro, com isso o segundo dia em Bali destinado a passeios foi apenas para curtir a minha ressaca.
No dia 03 de janeiro pela manhã embarquei rumo a Kupang, o inicio da volta.
Bali é considerada a ilha que os indonesios ignoram como ilha, todos os costumes, tradições são ignoradas naquele lugar, lá a língua oficial é o inglês, afinal Bali é o quintal dos Australianos, tudo é diversão, as pessoas são bonitas, as lojas estão sempre cheias e as coisas ainda são baratas.
Conforme anda pelas vielas, os nativos vão oferecendo massagem, aluguel de motos, drogas em geral, tudo isso com um falar peculiar “yes, massaci; yes, transpot”. Etc. Mas tudo funciona na barganha.
Comprei o que faltava em Bali, mas poderia comprar muito mais coisas, quero voltar para lá só para fazer mais compras, me perdi para voltar ao hotel, rodei horas, o taxi me fez descer do carro com a seguinte afirmação: If you don`t know, I don`t know, please. Quase chorei!!! Mas entrei em uma loja e pedi ajuda, o dono muito simpatico ligou para meu hotel e pediu o endereço, desenhou um mapa e lá fui eu com o mapa na mão, mas não foi preciso, quando dava o segundo passo encontrei o pessoal que trabalha comigo que estavam no mesmo hotel e voltei com eles.
Depois deste fato tirei uma foto da entrada da viela que tinha que pegar para chegar no hotel, não me perdi mais. rsrsrs
Com o alerta do suposto atentado terrorista as autoridades policiais estavam em todos os lugares.
Sai do hotel em torno das 21horas, fui com o pessoal para m restaurante italiano, o dono um italiano nada grosso, naquele momento podemos falar todas as linguas, portugues, bahasa, ingles, espanhol e ate um pouco de italiano.
Depois deste momento caminhamos até a praia, era muita gente em um mesmo lugar, as pessoas com buzinas, lazer, apitos, chapeus de festa infantil, todo mundo muito feliz. Os fogos começaram em torno das 23horas e 15minutos, e não parou até à 1hora da madruga, mas eu não fiquei todo esse tempo por la não, depois que consegui ligar para todos no Brasil (menos a cabecinha da Carol), fui para o hotel tirar o restante de areia do pé e vamos para a festa, nossa, quanta balada, em uma das avenidas principais há um corredor de baladas.
Entramos em três e ficamos na terceira, pisei no pé de muito gringo abusado, dei muita cotuvelada, as pessoas pensam que ninguem é dono de ninguem, que inferno!!! Tomei muita bintang.
Depois que esta balada fechou fomos para outras 2, mas no fim nenhuma estava bacana e voltei para o hotel, pois já era cedo. No outro dia precisei concordar com o Vladimir que sempre dizia que bintang quente (todas as cervejas são quentes) da dor de cabeça.
Passei o dia mal, parecia que tinha um tornado no meu cerebro, com isso o segundo dia em Bali destinado a passeios foi apenas para curtir a minha ressaca.
No dia 03 de janeiro pela manhã embarquei rumo a Kupang, o inicio da volta.
Ida a Surabaya: a terra do eletroeletronico
Fui para o aeroporto de Jakarta depois das 12horas, pois precisava sair do hotel, fiquei no aeroporto a tarde toda, um inferno, sentada no chão, no banco, no carrinho, até que descobri uma casa de massagem, neste momento faltava ainda uma hora para a abertura do check-in, fiz uma hora de massagem, que delicia, se soubesse que era tão bom antes teria passado a tarde toda lá, sai até um pouco tonta de tão bom que foi e rumo ao check-in que já estava aberto.
Este voo foi um pouco diferente, não teve emoção, para a minha alegria. Cheguei em Surabaya no começo da noite, conforme a indicação do guia fomos para o hotel, nem sempre a primeira impressão é a que fica, neste caso, antes não tivesse causado boa impressão, fui para o quarto, o cheiro de bolor era o mais agradavel os outros cheiros não quero nem lembrar, o banheiro era uma presente dos Deus para mim, a água tinha cheiro de aluminio, isso quando tinha água, pois durante a manhã fui tomar banho (penso que banho pela manhã é luxo para eles), a água acabou.
Fui a procura de outro hotel, acabei indo parar em outro denominado pelos taxista como “old traditional hotel in Surabaya: hotel Ganefo”. Um hotel muito antigo mesmo, com paredes altas, vidraças coloridas e muitos castiçais. O quarto já era melhor que o outro, pelo menos neste não faltou água e o banho continuava sendo de canequinha, bem como a descarga.
Em Surabaya as coisas aconteceram de certa forma diferente, não estava ali apenas com o propósito turistico, queria comprar alguns itens que precisava para meu laptop, como o HD, passei dois dias vagando por um shopping de eletro, considerado o maior na indonesia, olha hd, olha hd, e no fim comprei o que já tinha visto no primeiro dia, mas neste lugar realmente leptop é mais barato.
Os passeios turisticos foram um pouco perdidos, exceto no domingo que já tinha programado de ir ao zoologico, depois disso corri no google fiz a busca do que visitar em Surabaya tirei fotos da tela do computador e agora só precisava achar os lugares.
O primeiro lugar foi um templo maravilhoso, nos perdemos para chegar, pegamos microlet, taxi e informação na lingua local, acabei comprando pakutenders (não sei se é assim que se escreve) o mesmo que percevejo, e finalmente chegamos no tão esperado templo, começamos a entrar, quando apareceu um senhor com roupas tipicas dizendo que o templo não era aberto a visitas e que era só para rezar, pois é tive que sair.
Pegamos outra microlet para voltar a algum lugar conhecido e dentro desta uma moça muito simpatica que falava Ingles nos orientou a ir para House of Sampoerna, que por sinal eu já tinha foto na minha maquina e já estava no roteiro de algum dia.
A House of Sampoerna é um museu do cigarro e também funciona a fábrica, fantastico, para quem já assistiu o filme a maravilhosa fabrica de chocolates a house é igual, o cheiro de tabaco ronda todo o lugar e o cravo torna o ambiente gostoso e suave, na fábrica não podia tirar fotos.
Há também um city tour que sai do museu, e tive a sorte de conseguir fazê-lo, fomos a vários lugares, com paradas estratégicas para fotografias, e também em Surabaya todos os monumentos estão relacionados com heróis da guerra e a sexualidade.
Voltando um pouco a narrativa o zoologico é fantástico, tinha no primeiro roteiro de viagem passar pela Ilha de Comodo e conhecer os dragões, no entanto tive o primeiro contato com eles no zoologico, todos muito obesos, preguiçosos, mas o fato de estar frente a frente com eles não tem preço.
Em Surabaya também visitei um submarino, foi surpreendente!!!
Os shoppings em Surabaya são tão bons quanto os de Jakarta e o dunnut`s também é excelente, precisei fazer mais compras, no entanto em Surabaya começou a minha tortura de diarréia, afinal depois de comer tanta porcaria de fast food diferente meu organismo não aguentou.
Fui para o aeroporto de Jakarta depois das 12horas, pois precisava sair do hotel, fiquei no aeroporto a tarde toda, um inferno, sentada no chão, no banco, no carrinho, até que descobri uma casa de massagem, neste momento faltava ainda uma hora para a abertura do check-in, fiz uma hora de massagem, que delicia, se soubesse que era tão bom antes teria passado a tarde toda lá, sai até um pouco tonta de tão bom que foi e rumo ao check-in que já estava aberto.
Este voo foi um pouco diferente, não teve emoção, para a minha alegria. Cheguei em Surabaya no começo da noite, conforme a indicação do guia fomos para o hotel, nem sempre a primeira impressão é a que fica, neste caso, antes não tivesse causado boa impressão, fui para o quarto, o cheiro de bolor era o mais agradavel os outros cheiros não quero nem lembrar, o banheiro era uma presente dos Deus para mim, a água tinha cheiro de aluminio, isso quando tinha água, pois durante a manhã fui tomar banho (penso que banho pela manhã é luxo para eles), a água acabou.
Fui a procura de outro hotel, acabei indo parar em outro denominado pelos taxista como “old traditional hotel in Surabaya: hotel Ganefo”. Um hotel muito antigo mesmo, com paredes altas, vidraças coloridas e muitos castiçais. O quarto já era melhor que o outro, pelo menos neste não faltou água e o banho continuava sendo de canequinha, bem como a descarga.
Em Surabaya as coisas aconteceram de certa forma diferente, não estava ali apenas com o propósito turistico, queria comprar alguns itens que precisava para meu laptop, como o HD, passei dois dias vagando por um shopping de eletro, considerado o maior na indonesia, olha hd, olha hd, e no fim comprei o que já tinha visto no primeiro dia, mas neste lugar realmente leptop é mais barato.
Os passeios turisticos foram um pouco perdidos, exceto no domingo que já tinha programado de ir ao zoologico, depois disso corri no google fiz a busca do que visitar em Surabaya tirei fotos da tela do computador e agora só precisava achar os lugares.
O primeiro lugar foi um templo maravilhoso, nos perdemos para chegar, pegamos microlet, taxi e informação na lingua local, acabei comprando pakutenders (não sei se é assim que se escreve) o mesmo que percevejo, e finalmente chegamos no tão esperado templo, começamos a entrar, quando apareceu um senhor com roupas tipicas dizendo que o templo não era aberto a visitas e que era só para rezar, pois é tive que sair.
Pegamos outra microlet para voltar a algum lugar conhecido e dentro desta uma moça muito simpatica que falava Ingles nos orientou a ir para House of Sampoerna, que por sinal eu já tinha foto na minha maquina e já estava no roteiro de algum dia.
A House of Sampoerna é um museu do cigarro e também funciona a fábrica, fantastico, para quem já assistiu o filme a maravilhosa fabrica de chocolates a house é igual, o cheiro de tabaco ronda todo o lugar e o cravo torna o ambiente gostoso e suave, na fábrica não podia tirar fotos.
Há também um city tour que sai do museu, e tive a sorte de conseguir fazê-lo, fomos a vários lugares, com paradas estratégicas para fotografias, e também em Surabaya todos os monumentos estão relacionados com heróis da guerra e a sexualidade.
Voltando um pouco a narrativa o zoologico é fantástico, tinha no primeiro roteiro de viagem passar pela Ilha de Comodo e conhecer os dragões, no entanto tive o primeiro contato com eles no zoologico, todos muito obesos, preguiçosos, mas o fato de estar frente a frente com eles não tem preço.
Em Surabaya também visitei um submarino, foi surpreendente!!!
Os shoppings em Surabaya são tão bons quanto os de Jakarta e o dunnut`s também é excelente, precisei fazer mais compras, no entanto em Surabaya começou a minha tortura de diarréia, afinal depois de comer tanta porcaria de fast food diferente meu organismo não aguentou.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
As minhas aventuras em Jakarta: a capital (Férias parte II)
Cheguei em Jakarta na hora do almoço, procuramos no guia a melhor área da cidade para se hospedar, sem saber acabamos ficando na rua dos turistas Jalan Jaksa, peguei um taxi até o hotel que o guia fazia referencia, quando for a Jakarta use a empresa de taxi blue bird, aparentemente eles não te roubam e são os que melhor dirigem.
Hotel muito simples, mas com um detalhe, com direito a ducha e não banho de caneca, Hotel tator, custo da diária Rp120.000,00, e a recepcão sempre com um sorriso no rosto para atendê-lo, problema de hotel resolvido, vamos andar pela cidade a procura de um mapa turistico, considerando que estavamos na rua dos turistas não foi dificil conseguir vários mapas, comprei o da Indonesia e o de Jakarta, mas não tinhamos o mapa para turistas, de qualquer forma, não precisava mesmo, afinal estava de férias, no primeiro dia andei a toa pela cidade e misteriosamente fomos parar em frente a um restaurante que chamava muito a atenção, ate que veio um funcionário e convidou a entrar.
Cada parte do restaurante tinha um tema, um cheiro, um ambiente diferente do anterior, sensacional, fabuloso, os objetos que decoravam as mesas, as cadeiras, as paredes eram formidaveis, havia neste restaurante cadeiras ou poltronas com formato de camelos, leoes, gatos, nas paredes havia adagas, cortinas, fotos, retratos, o cheiro peculiar de cada ambiente, por fim não tirei nenhuma foto.
Neste dia fiquei fascinada com o valor dos produtos, devido a conversão do dinheiro eu estava com aproximadamente Um bilhão de Rupias, estou rica!!! Entrei em uma loja de roupa, e os preços eram fantasticos, tudo barato!! Comprei, comprei, comprei...
Fui jantar em um restaurante indonesio que dizia que era fast food, com a ajuda do gerente comi um negocio que era até bom, neste prato vinha uns bolinhos de alguma coisa não identificada, umas massas fritas com camarão dentro, o nuddles (macarrão de miojo) e um liquido, o prato parecia um sopa com coisas boiando (eu recomendo).
Não basta apenas estar na Indonesia é preciso tomar a cerveja da Indonesia, Bintang, bem melhor na Indonesia do que em Timor Leste. O bar que frequentei todas as noites tinham pessoas de todos os cantos e todos os lugares. As funcionarias com uma disposição surpreendente, com essas pessoas não tem nem como ser mau educado.
Os passeios turisticos em Jakarta começaram no dia seguinte, visita aos monumentos, aos museus, a cidade, andar na baratinha (tuc tuc), aprender a atravessar a rua, atravessar a rua é um negocio muito estranho, raramente tem sinal para pedestre, mas há muitas faixas para pedestre que de qualquer forma ninguem respeita, vai passando toma cuidado e fica tranquilo que não será atropelado é assim que se atravessa a rua, eu morria de medo.
Muitas coisas me chamaram a atenção, como o habito de jogar xadrez no meio da rua, as barraquinhas de suco nas ruas, os restaurantes de vitrines semelhantes aos carrinhos de pipoca, a leitura no banco ou no chão, ou seja, um lugar estupidamente cultural.
Fui a uma feira de antiguidades e comprei uma bussola.
As visitas aos museus me deixaram um pouco irritada, nossa, quanta guerra!!! Quanta invasão, quanto sangue, mas tudo bem... visitamos vários monumentos, e sempre eram com referencia aos heróis de guerra ou a questão do falo nas esculturas. Vi até uma estátua mostrando o dedo.
Durante a noite sempre ia no mesmo bar tomar bintang e ouvir um pouco de música indonesia ou qualquer coisa que tocassem lá.
Passei o Natal em Jakarta, só faltou o panetone, pois o resto tinha quase tudo, árvore de Natal, enfeites nas ruas, gorro do papai noel, e até feriado é no dia 25.
Foi em Jakarta também que resolvemos todos os problemas de passagens, compramos trechos para Surabaya no dia 26, depois Surabaya – Bali no dia 31 e Bali Kupang no dia 02/01, no entanto ainda não tinhamos conseguido hotel em Bali. Resolvemos de ir de avião pois os trens estavam lotados e não podiamos correr mais riscos.
Fiquei em Jakarta até o dia 26, e foi o primeiro natal que não comi panetone.
No dia 26 no final da tarde a viagem para Surabaya.
Hotel muito simples, mas com um detalhe, com direito a ducha e não banho de caneca, Hotel tator, custo da diária Rp120.000,00, e a recepcão sempre com um sorriso no rosto para atendê-lo, problema de hotel resolvido, vamos andar pela cidade a procura de um mapa turistico, considerando que estavamos na rua dos turistas não foi dificil conseguir vários mapas, comprei o da Indonesia e o de Jakarta, mas não tinhamos o mapa para turistas, de qualquer forma, não precisava mesmo, afinal estava de férias, no primeiro dia andei a toa pela cidade e misteriosamente fomos parar em frente a um restaurante que chamava muito a atenção, ate que veio um funcionário e convidou a entrar.
Cada parte do restaurante tinha um tema, um cheiro, um ambiente diferente do anterior, sensacional, fabuloso, os objetos que decoravam as mesas, as cadeiras, as paredes eram formidaveis, havia neste restaurante cadeiras ou poltronas com formato de camelos, leoes, gatos, nas paredes havia adagas, cortinas, fotos, retratos, o cheiro peculiar de cada ambiente, por fim não tirei nenhuma foto.
Neste dia fiquei fascinada com o valor dos produtos, devido a conversão do dinheiro eu estava com aproximadamente Um bilhão de Rupias, estou rica!!! Entrei em uma loja de roupa, e os preços eram fantasticos, tudo barato!! Comprei, comprei, comprei...
Fui jantar em um restaurante indonesio que dizia que era fast food, com a ajuda do gerente comi um negocio que era até bom, neste prato vinha uns bolinhos de alguma coisa não identificada, umas massas fritas com camarão dentro, o nuddles (macarrão de miojo) e um liquido, o prato parecia um sopa com coisas boiando (eu recomendo).
Não basta apenas estar na Indonesia é preciso tomar a cerveja da Indonesia, Bintang, bem melhor na Indonesia do que em Timor Leste. O bar que frequentei todas as noites tinham pessoas de todos os cantos e todos os lugares. As funcionarias com uma disposição surpreendente, com essas pessoas não tem nem como ser mau educado.
Os passeios turisticos em Jakarta começaram no dia seguinte, visita aos monumentos, aos museus, a cidade, andar na baratinha (tuc tuc), aprender a atravessar a rua, atravessar a rua é um negocio muito estranho, raramente tem sinal para pedestre, mas há muitas faixas para pedestre que de qualquer forma ninguem respeita, vai passando toma cuidado e fica tranquilo que não será atropelado é assim que se atravessa a rua, eu morria de medo.
Muitas coisas me chamaram a atenção, como o habito de jogar xadrez no meio da rua, as barraquinhas de suco nas ruas, os restaurantes de vitrines semelhantes aos carrinhos de pipoca, a leitura no banco ou no chão, ou seja, um lugar estupidamente cultural.
Fui a uma feira de antiguidades e comprei uma bussola.
As visitas aos museus me deixaram um pouco irritada, nossa, quanta guerra!!! Quanta invasão, quanto sangue, mas tudo bem... visitamos vários monumentos, e sempre eram com referencia aos heróis de guerra ou a questão do falo nas esculturas. Vi até uma estátua mostrando o dedo.
Durante a noite sempre ia no mesmo bar tomar bintang e ouvir um pouco de música indonesia ou qualquer coisa que tocassem lá.
Passei o Natal em Jakarta, só faltou o panetone, pois o resto tinha quase tudo, árvore de Natal, enfeites nas ruas, gorro do papai noel, e até feriado é no dia 25.
Foi em Jakarta também que resolvemos todos os problemas de passagens, compramos trechos para Surabaya no dia 26, depois Surabaya – Bali no dia 31 e Bali Kupang no dia 02/01, no entanto ainda não tinhamos conseguido hotel em Bali. Resolvemos de ir de avião pois os trens estavam lotados e não podiamos correr mais riscos.
Fiquei em Jakarta até o dia 26, e foi o primeiro natal que não comi panetone.
No dia 26 no final da tarde a viagem para Surabaya.
De Dili/TL rumo a Kupang/TO (Férias - parte I)
Hoje, 04 de janeiro de 2010, decidi escrever as lembranças de férias.
Saimos de Dili no dia 21 de dezembro, segunda feira, tive várias complicações antes desta saida, a falta de passagem e com quem viajar foi algumas das ditas preocupações. Depois de finalmente as passagens compradas tive a certeza de que ia sair de Timor Leste, rumo a Timor Oeste.
Novamente digo que saimos de Dili no dia 21 de dezembro em torno das 9horas da manhã, um pouco atrasado, já que o bilhete marcava a saida às 8horas. O transporte, algo parecido com uma VAN no Brasil ou uma BESTA, com 12 lugares incluindo o motorista.
Eu estava sentada na ultima poltrona ao lado esquerdo, a poltrona do centro estava o Alan e ao lado direito um Timorense, que foi a viagem toda fumando LA (definitivamente detesto este cigarro), sim dentro de todos os lugares pode-se fumar, afinal estamos falando de Ásia.
Passei por vários distritos do lado oeste da ilha, lado que ainda não conhecia, e a paisagem exuberante de verde, mar, montanhas, flores, plantações de arroz, fazendas com búfalos, cabras no meio da estrada, casas com telhado de folhas de palmeiras e todos com uma peculiariedade conforme o distrito de localização, a peculiariedade que estou tratando é a questão da amarração no encontro das palhas, algumas trançadas, outras amarradas, outras com desenhos. Impressionante!! (não tirei nenhuma foto, alias, as que tirei ficaram horriveis e apaguei).
Depois de mais ou menos 5 horas de estrada e paisagem cheguei finalmente a fronteira terrestre entre Timor Leste e Timor Oeste, desci, retirei as malas, fui aos devidos departamentos, fui também reconhecida pelo vizinho da minha casa em Dili, que veio comprimentar todo saudoso e o dono da loja na qual comprei meu leptop também estava lá.
Atravessar a fronteira é algo emocionante, pegue suas malas, passe por uma ponte, nessa ponte tem uma linha exatamente da mesma cor que passa em filmes, amarela, continue andando, não deixe de sentir medo, afinal todos olham para você, e continue andando, sorria, diga “bom dia” em língua materna.
Finalmente cheguei em uma mesa cheia de homens maus sentados, “ohh, Brasil, Ronaldinho, Kaka, abre a mala” bem isso mesmo, todo mundo sorrindo de repente fecham a expressão e voltam a assumir o papel. Mas tudo bem afinal estava de férias e já tinha o visto. Depois desta fase, continei andando até finalmente encontrar ou ser encontrada pelo novo motorista, uma vez que os carros não cruzam a fronteira, entrei no carro e a viagem continua.
Por mais que tenha saido de Timor Leste e naquele momento estivesse em Timor Oeste, não percebi muita mudança na paisagem, a não ser pelo clima que era mais ameno. Matas, montanhas, vales, flores, cabras, casas tipicas, até que finalmente Atambua, mas antes de dissertar sobre a cidade deixei de comentar sobre os banheiros.
A cada 2horas e 30 minutos mais ou menos o motorista parava para ir ao banheiro, engraçado isso, lembro que quando estava no Brasil e viajava ou com meu irmão para Mirandópolis ou em congressos, sempre procuravamos parar no mais plausivel posto de combustivel, aqui não é muito diferente não, apesar do fato de não ter posto nas estradas os banheiros são os melhores, é só escolher a melhor árvore, a vantagem disso é que se tem uma ampla variedade de banheiros.
Em Atambua foi feita a pausa para o almoço e para a compra de dinheiro, no almoço me senti a pessoa mais estranha e diferente do mundo, todos me olhavam, alguns sorriam, outros nem atenção davam, o restaurante era tipico indonesio, acabei não comendo nada e tomando uma coca-cola, afinal coca é coca em qualquer lugar, depois deste momento tenso da chegada, percebi um certo grau de hospitalidade das pessoas que estavam viajando e dos funcionários do restaurante em relação ao meu almoço, mesmo assim não podia correr o risco. Uma pessoa qualquer pode se passar por um brasileiro, mas um brasileiro...
Dinheiro trocado, USD 1.00 é aproximandamente Rp 9.500, continuamos a viagem e esse seria o trecho mais longo, em torno de 7horas, não vou repetir o caminho novamente, mas é a mesma história.
Falta comentar que dentro daquele veículo falava-se pelo menos 4 línguas, tetum, ingles, bahasa e portugues. Espaço tão pequeno mas com uma diversidade linguistica abrangente.
Chegamos em Kupang perto das 20 horas, o transporte nos deixou no hotel, hotel meia boca o valor era de Rp 120.000 ,00. O banheiro do hotel era indonesio, aiaiaiai, vai tomar banho de canequinha, descarga na canequinha, e esse era apenas o primeiro hotel, banho tomado, precisava comer.
A recepção do hotel nos indicou um restaurante na rua pararela ao hotel, pobres mortais, cheguei lá era estes restaurantes de rua, como uma feira, já que estou aqui e com fome vamos comer!!! Pedi um peixe na brasa e estava delicioso, mas comi apenas isso, não me atrevi a comer arroz e a salada. Barriga cheia ... pé na areia, apesar de estar próxima a praia só vi no dia seguinte.
Acordar cedo, ir para o aeroporto, caminhava na avenida a procura de um taxi, quando 2 indonesios de moto pararam oferecendo a corrida, 50.000,00 rupias até o aeroporto, tudo bem!! Ai vou eu, e o aeroporto era longe pra caramba, deu tempo de pensar que estava sendo sequestrada, que ia ser assaltada e todas estas outras merdas que passam em mentes assustadas que só se dão conta depois do fato.
Aeroporto de Kupang, e na captura de bilhetes rumo a Jakarta, como era férias e em Dili as coisas não são tão fáceis assim e nem tão barato, não tinha nenhuma passagem comprada, apenas um roteiro traçado e um guia do viajante ora em baixo do braço ora dentro da mala.
Embarque efetuado com sucesso!! Uhuuu ... mas não foi bem isso que aconteceu, o ar do avião não estava funcionando, uma turbina não estava ligada e várias técnicos tentavam o reparo, precisei descer do avião, voltar à sala de espera depois de algum tempo novamente o embarque, reparei que estava acontecendo um negócio estranho, como se estivessem fazendo uma dita chupeta no avião, mas eu não tinha pedido o bilhete de passagem com emoção, bom, ao pousar em Jakarta todos aplaudiram, afinal estavamos vivos!!!
Dia 22 de dezembro embarcamos para Jakarta ainda pela manhã.
Próximo capítulo: As minhas aventuras em Jakarta: a capital.
Saimos de Dili no dia 21 de dezembro, segunda feira, tive várias complicações antes desta saida, a falta de passagem e com quem viajar foi algumas das ditas preocupações. Depois de finalmente as passagens compradas tive a certeza de que ia sair de Timor Leste, rumo a Timor Oeste.
Novamente digo que saimos de Dili no dia 21 de dezembro em torno das 9horas da manhã, um pouco atrasado, já que o bilhete marcava a saida às 8horas. O transporte, algo parecido com uma VAN no Brasil ou uma BESTA, com 12 lugares incluindo o motorista.
Eu estava sentada na ultima poltrona ao lado esquerdo, a poltrona do centro estava o Alan e ao lado direito um Timorense, que foi a viagem toda fumando LA (definitivamente detesto este cigarro), sim dentro de todos os lugares pode-se fumar, afinal estamos falando de Ásia.
Passei por vários distritos do lado oeste da ilha, lado que ainda não conhecia, e a paisagem exuberante de verde, mar, montanhas, flores, plantações de arroz, fazendas com búfalos, cabras no meio da estrada, casas com telhado de folhas de palmeiras e todos com uma peculiariedade conforme o distrito de localização, a peculiariedade que estou tratando é a questão da amarração no encontro das palhas, algumas trançadas, outras amarradas, outras com desenhos. Impressionante!! (não tirei nenhuma foto, alias, as que tirei ficaram horriveis e apaguei).
Depois de mais ou menos 5 horas de estrada e paisagem cheguei finalmente a fronteira terrestre entre Timor Leste e Timor Oeste, desci, retirei as malas, fui aos devidos departamentos, fui também reconhecida pelo vizinho da minha casa em Dili, que veio comprimentar todo saudoso e o dono da loja na qual comprei meu leptop também estava lá.
Atravessar a fronteira é algo emocionante, pegue suas malas, passe por uma ponte, nessa ponte tem uma linha exatamente da mesma cor que passa em filmes, amarela, continue andando, não deixe de sentir medo, afinal todos olham para você, e continue andando, sorria, diga “bom dia” em língua materna.
Finalmente cheguei em uma mesa cheia de homens maus sentados, “ohh, Brasil, Ronaldinho, Kaka, abre a mala” bem isso mesmo, todo mundo sorrindo de repente fecham a expressão e voltam a assumir o papel. Mas tudo bem afinal estava de férias e já tinha o visto. Depois desta fase, continei andando até finalmente encontrar ou ser encontrada pelo novo motorista, uma vez que os carros não cruzam a fronteira, entrei no carro e a viagem continua.
Por mais que tenha saido de Timor Leste e naquele momento estivesse em Timor Oeste, não percebi muita mudança na paisagem, a não ser pelo clima que era mais ameno. Matas, montanhas, vales, flores, cabras, casas tipicas, até que finalmente Atambua, mas antes de dissertar sobre a cidade deixei de comentar sobre os banheiros.
A cada 2horas e 30 minutos mais ou menos o motorista parava para ir ao banheiro, engraçado isso, lembro que quando estava no Brasil e viajava ou com meu irmão para Mirandópolis ou em congressos, sempre procuravamos parar no mais plausivel posto de combustivel, aqui não é muito diferente não, apesar do fato de não ter posto nas estradas os banheiros são os melhores, é só escolher a melhor árvore, a vantagem disso é que se tem uma ampla variedade de banheiros.
Em Atambua foi feita a pausa para o almoço e para a compra de dinheiro, no almoço me senti a pessoa mais estranha e diferente do mundo, todos me olhavam, alguns sorriam, outros nem atenção davam, o restaurante era tipico indonesio, acabei não comendo nada e tomando uma coca-cola, afinal coca é coca em qualquer lugar, depois deste momento tenso da chegada, percebi um certo grau de hospitalidade das pessoas que estavam viajando e dos funcionários do restaurante em relação ao meu almoço, mesmo assim não podia correr o risco. Uma pessoa qualquer pode se passar por um brasileiro, mas um brasileiro...
Dinheiro trocado, USD 1.00 é aproximandamente Rp 9.500, continuamos a viagem e esse seria o trecho mais longo, em torno de 7horas, não vou repetir o caminho novamente, mas é a mesma história.
Falta comentar que dentro daquele veículo falava-se pelo menos 4 línguas, tetum, ingles, bahasa e portugues. Espaço tão pequeno mas com uma diversidade linguistica abrangente.
Chegamos em Kupang perto das 20 horas, o transporte nos deixou no hotel, hotel meia boca o valor era de Rp 120.000 ,00. O banheiro do hotel era indonesio, aiaiaiai, vai tomar banho de canequinha, descarga na canequinha, e esse era apenas o primeiro hotel, banho tomado, precisava comer.
A recepção do hotel nos indicou um restaurante na rua pararela ao hotel, pobres mortais, cheguei lá era estes restaurantes de rua, como uma feira, já que estou aqui e com fome vamos comer!!! Pedi um peixe na brasa e estava delicioso, mas comi apenas isso, não me atrevi a comer arroz e a salada. Barriga cheia ... pé na areia, apesar de estar próxima a praia só vi no dia seguinte.
Acordar cedo, ir para o aeroporto, caminhava na avenida a procura de um taxi, quando 2 indonesios de moto pararam oferecendo a corrida, 50.000,00 rupias até o aeroporto, tudo bem!! Ai vou eu, e o aeroporto era longe pra caramba, deu tempo de pensar que estava sendo sequestrada, que ia ser assaltada e todas estas outras merdas que passam em mentes assustadas que só se dão conta depois do fato.
Aeroporto de Kupang, e na captura de bilhetes rumo a Jakarta, como era férias e em Dili as coisas não são tão fáceis assim e nem tão barato, não tinha nenhuma passagem comprada, apenas um roteiro traçado e um guia do viajante ora em baixo do braço ora dentro da mala.
Embarque efetuado com sucesso!! Uhuuu ... mas não foi bem isso que aconteceu, o ar do avião não estava funcionando, uma turbina não estava ligada e várias técnicos tentavam o reparo, precisei descer do avião, voltar à sala de espera depois de algum tempo novamente o embarque, reparei que estava acontecendo um negócio estranho, como se estivessem fazendo uma dita chupeta no avião, mas eu não tinha pedido o bilhete de passagem com emoção, bom, ao pousar em Jakarta todos aplaudiram, afinal estavamos vivos!!!
Dia 22 de dezembro embarcamos para Jakarta ainda pela manhã.
Próximo capítulo: As minhas aventuras em Jakarta: a capital.
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