sábado, 9 de janeiro de 2010

De Surabaya rumo a Bali

Depois de passar 5 dias em Surabaya finalmente fui para Bali e definitivamente já podia arrumar e mala e voltar para casa, estava cansada de abre mala, fecha mala, mas ano novo é ano novo e em Bali é outra historia.
Bali é considerada a ilha que os indonesios ignoram como ilha, todos os costumes, tradições são ignoradas naquele lugar, lá a língua oficial é o inglês, afinal Bali é o quintal dos Australianos, tudo é diversão, as pessoas são bonitas, as lojas estão sempre cheias e as coisas ainda são baratas.
Conforme anda pelas vielas, os nativos vão oferecendo massagem, aluguel de motos, drogas em geral, tudo isso com um falar peculiar “yes, massaci; yes, transpot”. Etc. Mas tudo funciona na barganha.
Comprei o que faltava em Bali, mas poderia comprar muito mais coisas, quero voltar para lá só para fazer mais compras, me perdi para voltar ao hotel, rodei horas, o taxi me fez descer do carro com a seguinte afirmação: If you don`t know, I don`t know, please. Quase chorei!!! Mas entrei em uma loja e pedi ajuda, o dono muito simpatico ligou para meu hotel e pediu o endereço, desenhou um mapa e lá fui eu com o mapa na mão, mas não foi preciso, quando dava o segundo passo encontrei o pessoal que trabalha comigo que estavam no mesmo hotel e voltei com eles.
Depois deste fato tirei uma foto da entrada da viela que tinha que pegar para chegar no hotel, não me perdi mais. rsrsrs
Com o alerta do suposto atentado terrorista as autoridades policiais estavam em todos os lugares.
Sai do hotel em torno das 21horas, fui com o pessoal para m restaurante italiano, o dono um italiano nada grosso, naquele momento podemos falar todas as linguas, portugues, bahasa, ingles, espanhol e ate um pouco de italiano.
Depois deste momento caminhamos até a praia, era muita gente em um mesmo lugar, as pessoas com buzinas, lazer, apitos, chapeus de festa infantil, todo mundo muito feliz. Os fogos começaram em torno das 23horas e 15minutos, e não parou até à 1hora da madruga, mas eu não fiquei todo esse tempo por la não, depois que consegui ligar para todos no Brasil (menos a cabecinha da Carol), fui para o hotel tirar o restante de areia do pé e vamos para a festa, nossa, quanta balada, em uma das avenidas principais há um corredor de baladas.
Entramos em três e ficamos na terceira, pisei no pé de muito gringo abusado, dei muita cotuvelada, as pessoas pensam que ninguem é dono de ninguem, que inferno!!! Tomei muita bintang.
Depois que esta balada fechou fomos para outras 2, mas no fim nenhuma estava bacana e voltei para o hotel, pois já era cedo. No outro dia precisei concordar com o Vladimir que sempre dizia que bintang quente (todas as cervejas são quentes) da dor de cabeça.
Passei o dia mal, parecia que tinha um tornado no meu cerebro, com isso o segundo dia em Bali destinado a passeios foi apenas para curtir a minha ressaca.
No dia 03 de janeiro pela manhã embarquei rumo a Kupang, o inicio da volta.

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